Reangels-IFGEOOO!

A partir de agora estaremos incluindo informações..... GEOgráficas!!! Acompanhem o Blog, participem, contribuam! mais: elsaregis.ifgeooo! Cacoal-RO Brasil junho/2015 via aérea (eu estava lá! nos a r e s )

Apresentado a

28 de junho de 2012

ME DÁ UM AUTÓGRAFO? - 3 ELZA GEHRTI

ELZA GEHRTI foi minha avó-mãe. Quem me criou desde que nasci já que mamãe estava doente. Aos meus 3 anos de idade, com a morte de minha mãe ela assumiu a mim e a meu irmão.
Mulher forte, nunca  escondeu ser minha avó e que estava no lugar de minha mãe. Nunca me fez sentir coitadinha por não ter mãe. Avó, mãe, pai, me ensinou a ler e escrever aos 5 anos de idade. Quando entrei no primeiro ano a professora se espantou: Onde você aprendeu a fazer seu nome e a ler desse jeito? Minha avó, eu dizia toda orgulhosa. Sempre teve vontade de ter filhos formados. Ela era formada, formou as duas filhas, nos colocou na escola e sustentou a situação até a faculdade. Daí para frente nós continuariamos com os próprios recursos.
Brava, séria, sistemática, gostava de que aprendêssemos muitas coisas só olhando. Depois nós tirávamos as dúvidas. Aí nos ensinava os detalhes, com paciência.
Mulher forte. Suportou a ausência do marido por 20 anos até que, quando soube de sua existência ele já havia falecido em torno de uns 5 anos.
Suportou a perda de minha mãe, que faleceu aos 28 anos de idade deixando 2 filhos ( 5 e 3 anos) .
Suportou a perda de 2 sobrinhos, filhos de suas irmãs, muito queridos e que cresceram junto a suas filhas.
Suportou o segundo marido, que adorava umas biritas e gafieira, fazendo sua comida na hora certa, lavando suas roupas...
Cuidou dos 2 netos até casarem e terem sua própria família.
Amava música e programas musicais.
Não deixava faltar roupa, sapatos, passeios e nem as comidas que gostávamos como por exemplo marrom glacê da CICA. Fazia questão de honrar as marcas; café SELETO ou TIRADENTES, açucar UNIÃO, manteiga PAULISTA, e seu feijão era como o do bom gaúcho carioca: uma verdadeira feijoada, fosse ele branco, preto ou marrom.
A roupa era lavada na mão, melhor do que na máquina, dizia,  e eu concordo.
Nos dava hora para sair e voltar para casa. Os horários de escola tinham que ser exatos 15 minutos antes do  real. E não respeitasse os mais velhos...O olhar dizia tudo. Nem porisso precisava nos bater.Me lembro de 2 tapas na almofadinha, em toda minha vida. Dava medo só do sermão.
Contava estórias, guardava as histórias da família. Guardava segredos das amigas e ajudava os necessitados.
Guardou tanta coisa mas, um dia, vendo que o "fogo de palha" da netinha que levava seu nome (eu) merecia saber o que tinha guardado no baú: as composições de seu avô que cantava para ela, tocando violão, enquanto preparava o desejado "picadinho de chuchu".
Dona ELZA era respeitada no bairro. Viria apartando brigas. Não suportava violência e todo mês tinha roupas e apetrechos para doar.
Elogiava o trabalho quando via uma igreja sendo construída, voluntariamente e na maior alegria. Segurava os netos quando ia lá para a netinha querida (eu de novo) poder assistir às reuniões.
Amava incondicionalmente os netos. Desde o mais velho filho de meu irmão, passandfo pelos filhos dos netos e chegando até a caçula, minha filha. Sempre levava as comidas de que mais gostavam.
Festas eram boas e se aniva demais com elas. Porisso a família comemorava aniversário, dias das mães, da avós...
Nunca se conformou com o diabetes. Viajou seja com os netos ou sozinha até os 75 anos de idade. Ia prá praia, descansar a cabeça e quando se viu limitada, adoeceu mais e mais.Só queria que a nora fizesse seu feijão. Só queria que a neta lhe desse banho, só dizia para os irmãos não brigarem.
Não fumava mas teve seu pulmão comprometido pelo fumo de meu avô. A neuropatia diabética tomou conta de seus sonhos e, aos 82 anos, após um edema pulmonar veio a falecer.
Obrigada, por ter vindo para nós nos ensinar a viver. ME DÁ UM AUTÓGRAFO?



25 de junho de 2012

Memórias de uma Desconhecida: Somos alimentados pelos nossos sonhos

Memórias de uma Desconhecida: Somos alimentados pelos nossos sonhos: A cada dia acordamos para um novo despertar... Desejamos sempre o melhor Temos a ânsia de alcançarmos o que planejamos Às vezes nem sempr...

Memórias de uma Desconhecida: Qual o valor de um amigo?

Memórias de uma Desconhecida: Qual o valor de um amigo?: Qual o valor de um abraço? Qual o valor de um sorriso? Qual o valor de nossas melhores recordações? Qual o valor de um amigo? Nem o dinh...

Cura pela Natureza: Dieta dos franceses

Cura pela Natureza: Dieta dos franceses: Dr. Will Clower, médico neurofisiologista, desenvolveu, durante sua estada   de dois anos no Institute of Cognitive Science, em Lyon,...

Cura pela Natureza: Quem deseja buscar saúde não deve procurar doenças...

Cura pela Natureza: Quem deseja buscar saúde não deve procurar doenças...: Doenças devem ser detectadas o quanto antes, para que haja sucesso no tratamento, certo? Não, segundo o médico americano H. Gil...

Cura pela Natureza: Os cérebros mais eficazes são os das pessoas mais ...

Cura pela Natureza: Os cérebros mais eficazes são os das pessoas mais ...: As pessoas com maior memória operacional têm maior tendência a distraírem-se. Um estudo recente demonstrou que quem realiza mais ra...

22 de junho de 2012

ESTHER GEHRTI - Formatura SENAI - Desenho de Projetos Mecânicos- 2012.

“Não basta lutar… Não é bastante a presença do dever ser humano e humano.”
 É preciso ampliar cada sinal que aponte para um novo e diferente vínculo onde o afeto e a conquista estejam presentes.
Não basta que o trabalho seja fonte de bem-estar e distribuição de renda.
É preciso que a dignidade seja a mediação ética referendada no caminhar humano”.
Valeu a pena?
“Tudo vale a pena se a alma não é pequena.”

Fernando Pessoa


E sabemos, com detalhes, que a alma não é pequena, quando ela cede seu lugar, abraça o entristecido, dá a mão ao aflito e a estende ao necessitado. Se dobra, se desdobra, deixa de lado o sono, passa madrugadas adentro pensando numa solução. Pede a Deus e a encontra!
Vimos você, por vezes  neste caminho que, ainda incerto no início, foi tomando forma, sendo aplainado,deixando de lado os galhos caídos, empurrando as pedras, pulando os vãos, desenhando o projeto de sua vida!
Hoje você pega em suas mãos a certificação de que este projeto está bem estruturado, com garra, coragem e determinação, principalmente por teres  colocado teu Deus em primeiro lugar.

Parabéns, com carinho,  de sua mãe e seu irmão que MUITO te admiram. TE AMAMOS!

Elsa Regis e Elias Gehrti
22/06/2012

Damares-Sabor de mel

21 de junho de 2012

ME DÁ UM AUTÓGRAFO?-2 - MARIE JEANNE

Conheci Marie Jeanne Calasans no Consulado Francês da Avenida Paulista -SP enquanto uma pesquisa para minhas aulas de francês.
O encontro foi maravilhoso! Apresentada por minha amiga Ivone, logo no primeiro dia fiquei contagiada pela alegria que ela transmitia e já sendo uma senhora de meia idade, mostrava que o tempo e a juventude fizeram um pacto: O tempo passou e a juventude a acompanhou!
Que vitalidade, garra, força, determinação, coragem, persistência!
Marie Jeanne me convidou a conhecer sua aula. Entrei e fiquei por 2 anos!
no segundo mês me tornei sua secretária onde pude aprender a matéria e a ter uma convivência mais próxima o que me fez orgulhar de ter sido recebida com tanto carinho por sua família.
No segundo semestre tive a felicidade de ser sorteada em uma de suas atividades que promovia, com um bilhete para conhecer a França. E junto a essa felicidade conheci Monsieur Henry Doublier que passava uns dias em sua residência. Cineasta, teatrólogo e,  além de uma aparência impecávelmente jovial aos 70 anos de idade, muito humilde.
Conhecer Paris e outras regiões foi uma surpreendente viagem! A Cidade da Música, meu desejo preferido foi atendido. Além do que, passei por outras regiões como Pontoise, Reims, Luxemburgo, Alemanha e, acompanhada por minha amiga de mocidade pudemos conhecer pessoas das mais diversas culturas que se encontravam por lá.
Na volta, o Relatório para a escola foi surpreendente pois, como Marie Jeanne sempre diz: Falar do que se conhece e gosta é maravilhoso. Não detenhamos a força da expressão sobre o que nos faz bem! E o que foi dito desta vez  em aula já foi em francês.
Marie Jeanne, uma pessoa criativa, espontânea, amiga, conselheira, muitas vezes sentou-se a meu lado para saber como eu havia passado a semana,  como estavam  meus filhos ainda pequenos, meu trabalho, meus estudos de música. Me dava conselhos valorosos até hoje em meu dia a dia. Marcávamos as aulas, os passeios e as tarefas das aulas.
Saí de São Paulo mas não perdi o contato. Oito anos depois retornei às aulas. Agora me formando como Guia de Turismo tive uma apoio excepcional em minha atividades. Recuperei tão rápidamente o que havia "esquecido", revi os amigos, conheci novas pessoas e Marie Jeanne sempre com a mesma alegria e o mesmo carinho, muito amada por seus alunos, amigos e família.
Ainda nos encontramos em reuniões entre amigos e família e a lembrança de suas aulas, sua força e determinação não saem de mim. ME DÁ UM AUTÓGRAFO?

20 de junho de 2012

quando-se-perde-um-grande-amor


É tão difícil compreender as emoções quando se rompe uma relação. Às vezes, temos certeza que tudo passou e de repente tudo volta. Como definir se o que sentimos é amor ou não é? Se é saudade ou solidão? Tristeza ou decepção? Posse ou desejo? Perda. Quando se perde um grande amor, muitas dúvidas emergem sob o fundo do sofrimento. Para alguns é um momento de intenso crescimento.

leia mais:


http://terapiologas.blogspot.com.br/2009/07/quando-se-perde-um-grande-amor-priscila.html

Às vezes eu fecho os olhos, inspiro e procuro sentir a presença de quem já não está por perto. É um método que eu inventei tempos atrás..., e uso sempre quando o amor se transforma em saudade.


Os grandes amores existem. As grandes paixões existem. Eles existem. Eles simplesmente existem. Eu desejo que todo ser humano possa sentir o que eu um dia já senti. Somente uns poucos minutos daquele entorpecimento juvenil, daquela inundação de sentimentos que enlouquecem, daquela loucura toda que te envolve, te amedronta, aquela confusão monstruosa que vivi quando amei. E quando fui amado.

http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2013&titulo=Receita_para_se_esquecer_um_grande_amor