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28 de dezembro de 2012

Psicologia Feminina- Crise na feminilidade- do livro "Complexo de Cinderela" - Colette Dowling.

Há uma nova crise na feminilidade: O conflito sobre o que é e o que não é" feminino" impedindo muitas mulheres de funcionarem de maneira bem integrada e feliz. Há anos a feminilidade vem sendo associada _mais: identificada - com dependência. Sucumbindo ao que chama-se "O Pânico do Gênero Feminino"b as mulheres temem que um comportamento independente seja não-feminino. Podemos não chegar a visualizá-lo como masculino; ao mesmo tempo, porém, não o sentimos como sendo feminino.  A terrível confusão que as mulheres experimentam em relação à feminilidade relaciona-se intimamente com a escolha de não vivermos com nossas mães. Os psiquiatras têm verificado que quanto mais confinadas e dependentes são nossas mães, maior será nossa ansiedade com relação à adoção de atitudes e comportamentos diversos. "A mãe que se auto-anula, sofre em silêncio,m ainda que diga à filha: não se deixe aprisionar como eu, lute por alguma coisa, pode entretanto sentir-se ressentida e ameaçada pelo fato de sua filha não imitar seu papel auto-restritor (Alexandre Symonds).......é comum a tendência feminina a tentar resolver os próprios problemas modificando o rumo das coisas externas: (casando-se ) ou (separando-se) , mudando de emprego, mudando de casa, associando-se a um sindicato ou lutando pelos direitos da mulher. Entretanto o fato é que, caso não haja resolvido seus conflitos relativos à dependência, sua vida nunca mudará em função de ter achado o homem "certo". Seu trabalho pode bem aliviar seu senso de isolamento. Mas nenhuma dessas modificações poderá desatar o nó subjacente a atitudes confusionistas e autodestrutivas.
As mulheres que desejem começar a se sentirem melhor a respeito de sim mesmas devem partir da confrontação com o que ocorre dentro delas...devem reconhecer o grau em que o medo governa suas vidas.
O medo , irracional e caprichoso - um medo sem qualquer relação com capacidades ou mesmo com a realidade - é epidêmico entre as mulheres de hoje. Medo de ser independente (que poderia implicar em acabarmos sozinhas e desamparadas); medo de ser dependente (que poderia implicar em sermos engolidas por algum outro dominador); medo de ser competente e boa no que se faz (que poderia implicar em termos que continuar a ser boas no que fazemos; medo de ser incompetente (que poderia implicar em termos que continuar a sentir-mo inúteis, deprimidas, inferiores).
O medo é uma armadilha presente em todos os estágios da vida da mulher, desde que se torna adolescente e desejosa de exercer atração sobre os homens. Armadilha porque ela talvez não consiga atrair o homem e , por outro lado, talvez o consiga, o que irá aprisioná-la e limitá-la pelo resto de sua vida.
As mulheres não se libertarão enquanto não pararem de temer. Nós não começaremos a experimentar uma real mudança em nossas vidas, uma emancipação real, até iniciarmos o processo - quase que de lavagem cerebral-  de diluição das ansiedades que nos impedem d nos sentirmos competentes e inteiras.
As mulheres mantêm sua necessidade de dependência muito além do ponto de desenvolvimento em que tais necessidades são normais e sadias. .... a dependência se enterra profundamente no centro de nosso relacionamentos com os maridos, amigos e até filhos. Grande parte do tempo - para várias de nós, todo o tempo nossa má vontade em erguer-nos  sobe nossos próprios pés passa despercebida porque é esperada. As mulheres são seres relacionais. Dedicam-se a cuidar, e necessitam de cuidados. Isso, aprendemos por tantos e tantos anos, é a natureza feminina.
E embora ela nos mutile, não a questionamos...
fonte: Complexo de Cinderela" - Colette Dowling.- editora melhoramentos

Um comentário:

Ritta Dantas disse...

F E L I Z 2 0 1 3

CHEIO DE MARAVILHOSAS REALIZAÇÕES.